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Pandemia: 5 estágios de recuperação e crescimento para médias empresas

A pandemia Covid-19 mostrou que a tecnologia é parte integrante essencial para empresas de todos os tamanhos e indústrias, em qualquer lugar do mundo. Um…

Tempo de leitura: 15 min

A pandemia Covid-19 mostrou que a tecnologia é parte integrante essencial para empresas de todos os tamanhos e indústrias, em qualquer lugar do mundo. Um fenômeno que provocou diversas mudanças em como este ativo é enxergado, principalmente nas organizações que estavam no meio ou no começo do caminho da transformação digital: as empresas de médio porte. 

As lideranças de tecnologia e departamentos de TI destes espaços, que até então nem sempre eram envolvidas nas discussões de negócios, vieram para o centro da estratégia e do sucesso corporativo. Como contrapartida, elas também precisaram trazer uma visão cada vez mais holística sobre as tecnologias e suas possibilidades de impacto no business. 

Em maio de 2021, participamos como patrocinadores do evento global “Midsize Enterprise Summit”, promovido pelo The Channel Co e IDC (International Data Corporation), o principal fornecedor global de inteligência de mercado, serviços de consultoria e eventos para segmentos de tecnologia. Na oportunidade, pudemos entrar em contato com as novas rotas e tendências para empresas de médio porte. 

Agora, neste post, vamos compartilhar com você:


Enfrentando os desafios da COVID-19

Vivemos um momento de grandes rupturas e mudanças. Com um sentimento de incerteza sobre o que virá pela frente, muitas empresas se perguntam: 

“Quais mudanças irão durar depois que a pandemia chegar ao fim ou diminuir?”

O fato é que a pandemia irá marcar a história da humanidade e dos negócios como um ponto de inflexão. E não tem como olharmos para o futuro baseando-se no que já ficou para trás. 

Portanto, o futuro pode parecer incerto, mas o grande alerta que chegou em 2020 traz uma previsão exata para as organizações: a transformação não é opcional. 

De acordo com a pesquisa “Covid-19 Digital Engagement Report”, os efeitos da pandemia aceleraram a estratégia de comunicação digital das empresas em uma média de 6 anos, e para muito além da expansão de canais online: 

97% dos tomadores de decisões empresariais acreditam que a pandemia acelerou de forma geral a transformação digital de suas empresas.

Nesse contexto, a tarefa mais importante de qualquer organização hoje é mapear, estruturar e realizar a integração de tecnologias aos seus processos-chave, de forma a preencher lacunas existentes e criar novas capacidade de continuidade, rápida adaptação e recuperação em qualquer contexto, sem grandes perdas. 

Lembre-se: lideranças excepcionais fazem as suas apostas e investimentos olhando para o futuro.

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Os cinco estágios de recuperação das empresas de médio porte durante e pós-pandemia

Sabemos que é necessário equilibrar a necessidade das PMEs avançarem na transformação digital com a realidade de dificuldades que muitas enfrentam para acompanhar essa demanda.

Além disso, meses de custos inesperados e possíveis quedas nas vendas impactaram o caixa de muitas organizações, demandando que novos investimentos sejam seguros. Contudo, no contexto da pandemia, o mindset de trade-off é requisito para a recuperação, sustentabilidade e crescimento.  

E é por isso que, não importa em qual fase a sua média empresa esteja hoje, em termos de superação dos impactos econômicos da pandemia ou de maturidade digital, esse post irá te ajudar a definir um plano e as formas possíveis para seguir em frente agora.

No estudo apresentado pela IDC, realizado a partir de dados fornecidos por centenas de lideranças tech de médias empresas do mundo inteiro, descobriu-se que todas passam ou enfrentarão esses cinco estágios, embora em diferentes taxas de velocidade:

Estágio 1: Início da crise da COVID-19 / Foco: Continuidade de negócios

Esta etapa trata de como as empresas reagiram à crise provocada pela pandemia COVID-19 e está amplamente focada em permitir a continuidade de negócios. No entanto, aqui estão os efeitos persistentes das lacunas tecnológicas e de uma hiper-volatilidade que se tornará cada vez mais normal.

Estágio 2: Desaceleração econômica / Foco: Otimização de custos

Nesta fase, os negócios estão desacelerando e as organizações estão no modo de otimização de custos, onde as empresas procuram tecnologias de automação que podem ajudá-las a administrar seus pontos críticos ou impactar positivamente os resultados financeiros para o ano fiscal atual.

Estágio 3: Recessão/ Foco: Business Resilience (ou Resiliência do negócio)

Nesta fase, as organizações sobreviveram à sua maior crise durante a COVID-19. Seu foco agora é não passar mais por isso, e construir negócios resilientes – com capacidade de se adaptar às mudanças de circunstâncias, mantendo suas propriedades fundamentais e objetivo central. A transformação digital avança e passa a ser o foco principal.

Estágio 4: Retorno ao crescimento/ Foco: Investimentos direcionados

Nesta fase, a atividade econômica está voltando a níveis pré-crise e as empresas estão procurando investir de forma mais agressiva, mas com foco em tecnologias que aprimoram as capacidades digitais da organização. 

O caminho da relevância dentro da economia digital se torna a grande busca – uma jornada competitiva, à medida que nesta fase todas as empresas sobreviventes já estão em novos patamares tecnológicos. 

Estágio 5: The next normal & The Future enterprise 

Quando as organizações saem da recessão, elas estarão operando em um novo tipo de economia – o próximo normal. Este será o começo da economia digital, com algumas novas reviravoltas como resultado da COVID-19.

Como dissemos, cada empresa terá a sua velocidade própria para passar por essas fases, de acordo com as ações adotadas. 

Aquelas que agiram mais rapidamente, já estão hoje em estágios mais avançados de recuperação – e irão usar essa vantagem para acelerar sua estratégia de crescimento e de negócios. 

Muitas estão até buscando aquisições agressivamente, para tentar solucionar suas lacunas e se tornar um organismo cada vez mais completo.

O essencial aqui é identificar em qual estágio de recuperação o seu business se encontra e traçar um plano para seguir em frente, entendendo e se comprometendo com o foco de cada um deles.

Recomendações de leitura: A aquisição da Alpargatas para suprir sua lacuna digital 

Por que uma fusão e aquisição pode ser um bom futuro para o seu negócio? 


O Modelo de recuperação dos impactos da Covid-19 para empresas médias

O estágio de recuperação em que cada empresa se encontra é proporcional aos esforços realizados para a sua transformação digital. E vice-versa! 

Assim, cada etapa irá demandar por ações: desde a busca por ampliação de canais digitais e a estruturação do trabalho remoto para garantir a continuidade dos negócios, até uma série de outros movimentos para reconstruir estabilidade, retornar ao crescimento e atingir o status de Future Enterprise

É importante que você tenha em mente que, se a sua empresa garantiu a continuidade dos negócios e está enfrentando a Fase 2: Desaceleração Econômica, mas os esforços de integração de novas tecnologias para a automação de operações críticas e otimização de custos não estão sendo feitos, você ainda tem um problema.

Da mesma forma, se a implementação destas tecnologias já foi concluída, é hora de dar o próximo passo e operar estes e outros recursos de forma a construir a sua resiliência de negócio. 

Quais tecnologias fazem parte de cada estágio? 

De acordo com o estudo realizado pela IDC, com dados mundiais atuais sobre a previsão de aquisição de novas tecnologias em empresas de todos os tamanhos, podemos observar que essas expectativas se alinham com as necessidades gerais criadas pela pandemia.

Gráfico mostra as tecnologias mais importantes para empresas na pandemia: trabalho remoto, escalabilidade e automação, entregas

A prioridade dos investimentos estaria diretamente ligada, primeiro, a propiciar a continuidade dos negócios e habilitar equipes ao trabalho remoto ou híbrido de forma segura. 

Na sequência, temos a busca por novas tecnologias com vistas para a resiliência do negócio, com melhores e mais seguras infraestruturas de TI, escalabilidade, automação de operações, e depois, de processos. 

Embora este estudo não apresente apenas números de empresas de médio porte, a IDC acredita que os dados as representam fielmente, pois, em outras análises, foi observado que após a Covid-19 médias e grandes organizações estão avançando no mesmo ritmo na agenda digital. 

Movimentos na mesma direção sobre o planejamento e a aquisição de novas tecnologias pelas empresas aparecem no relatório “COVID-19: Um ponto de inflexão para a Indústria 4.0”, da McKinsey: 

Gráfico de barras mostra quais tecnologias as empresas estão implementando na pandemia: Trabalho remoto, visualização de dados, robótica e automação

De acordo com a pesquisa, a crise trouxe, ainda, uma mudança de prioridades

“Como esperado, dadas as circunstâncias únicas da pandemia, agilidade e flexibilidade nas operações surgiram como as principais prioridades estratégicas, acima de aumentar a produtividade e minimizar custos, que costumavam ser o objetivo principal da maioria das empresas.”

Da mesma forma, as tecnologias que possibilitam o trabalho e a colaboração remotos estão no topo da lista de casos de uso prioritários, com mais da metade dos participantes trabalhando em projetos nessa área. 

No segundo e terceiro lugares, vêm as tecnologias para auxiliar na colaboração e na visibilidade de ponta a ponta da cadeia de suprimentos, refletindo a necessidade de gerenciar redes de abastecimento também preparadas para a volatilidade e rupturas.

Gráfico mostra prioridades estratégicas das empresas em 2021: Agilidade, flexibilidade, aumento da produtividade operacional e da resiliência de manufatura

Enfim, definir quais tecnologias serão prioritárias em cada fase poderá depender da indústria, do modelo de negócio, das necessidades, lacunas e dos objetivos da empresa.

Mas uma pista nós temos: a ampliação da presença em canais online, a criação ou expansão do e-commerce e da venda em marketplaces, e a transferência da comunicação com o cliente para as redes digitais foram medidas tomadas por quase todas as empresas no ano passado, na fase de sobrevivência. E isto gera novas demandas de gestão agora. 

Contudo, a volatilidade dos cenários atuais e a lição aprendida com as mudanças abruptas trazidas pela pandemia revelam que é necessário que essa reestruturação permita alterações rápidas e sem ônus: com escalabilidade.

Seja pelo crescente volume das interações digitais, pela necessidade de aprimorar a qualidade destas ou para uma operação que pode ser facilmente dobrada ou reduzida sem grandes custos, soluções para escalar e automatizar a comunicação, o atendimento e o suporte às vendas online fazem parte das necessidades prioritárias. 

E isso, não apenas para resolver uma questão para a empresa, mas também para garantir a experiência de consumo que os clientes digitais esperam. 

Recomendação de leitura: NRF 2021: experiência e agilidade para o varejo do futuro

A automação da comunicação e do atendimento como a chave que destrava a recuperação

Conforme vimos até aqui, as adaptações feitas pelas empresas para se conectarem com seus consumidores e continuarem os negócios durante a Covid-19 criam novos desafios de gestão e necessidades tecnológicas.

Mas, em compensação, a escolha acertada dessas soluções, por si só, irá fornecer as condições para que a organização atinja um outro patamar de maturidade e governança, e passe para a fase seguinte, de construção de business resilience:

E diversos outros recursos que asseguram a resiliência da sua operação diante de qualquer impacto.

Para além disso, investir na automação da comunicação e do atendimento ao cliente é uma estratégia acertada, pois suas operações envolvem uma camada significativa de pessoas: clientes e colaboradores. 

Considerando que uma mudança de cultura só acontece por meio do engajamento das pessoas envolvidas no processo, essa ação também pode ser um impulsionador para o sucesso da transformação digital em sua empresa.

“Vamos lembrar desta pandemia e suas consequências como um momento excepcional de inovação. Quem poderia imaginar que uma cidade do nosso tamanho conseguiria ficar quase sem papel em uma semana? Este é um momento pivotal para todos nós.” (Meeting the Challenges of COVID-19 — Executive Insights and Guidance – IDC)

Recomendação de leitura: [Podcast] O papel da Inteligência Artificial na luta contra a Covid-19

Alana AI

Nesse contexto, a Alana, nossa inteligência artificial proprietária, traz as skills necessárias para os novos desafios das operações de Atendimento, Customer Service e Marketing, garantindo qualidade, agilidade, personalização e adaptando-se a qualquer volume de interações.

E com dois grandes diferenciais competitivos para as PMEs brasileiras:

Além de a Alana ser a única inteligência artificial com o seu grau de sofisticação desenvolvida em português, sem as perdas que camadas de adaptação cultural e tradução trazem, estamos próximos do lançamento de uma nova plataforma onde a Alana poderá ser contratada, configurada e gerenciada em apenas alguns cliques, online, pela equipe interna das empresas.

 “Uma mudança que irá atender a lacuna de mão de obra qualificada em tecnologias emergentes nas PMEs, ao mesmo tempo que possibilita que organizações e pessoas adquiram competências digitais e avancem na transformação no mesmo ritmo.” 

(Marcel Jientara, CEO da Alana AI)

Este formato manterá todas as características que grandes marcas como Coca-Cola, Nivea e Polishop já puderam experimentar com a Alana, mas agora, com um custo baixo para permitir que todas as PMEs possam restabelecer seu funcionamento, se recuperem dos impactos da pandemia e adquiriram resiliência para serem mais estáveis e competitivas em qualquer futuro. 

Ao contratar a solução, que dispõe de um Service Level Agreement (SLA) garantindo a entrega dos resultados esperados, os times de qualquer empresa terão, através de um dashboard intuitivo e simples de operar, a possibilidade de fazer a implementação e gestão automatizada de recursos decisivos na experiência de consumo hoje, como: 

Apesar das funcionalidades e seus impactos tangíveis na operação e nos resultados, é essencial ter em mente que este conjunto de soluções representa mais.

Trata-se também da aquisição de recursos inteligentes para sentir, aprender e detectar mudanças nas suas interações com o cliente. 

É dar mais um passo para a empresa verdadeiramente se tornar customer-centric, com interesse e conhecimento dos seus desejos, necessidades e comportamentos, enquanto oferece experiências ágeis, envolventes e de fidelização.

Recomendação de leitura:  Inteligência Artificial & Marketing: Um guia sobre Customer Experience, Marketing e Inteligência Artificial

Visão holística da tecnologia: a melhor forma de defender e implementar os investimentos na sua empresa

Agora que você já está mais perto de ter o seu roadmap de recuperação dos impactos da pandemia definido, entendendo como a aquisição de novas tecnologias irá destravar novas capacidades na organização e suas pessoas, é hora de implementar essa visão holística no seu planejamento e na cultura da empresa. 

Essa abordagem já era um fator crítico de sucesso para a transformação digital, elevando em 3 vezes a sua probabilidade de ser bem-sucedida.
Afinal, é necessário que lideranças tech ajudem as lideranças não-tech a desenvolverem um mindset de potencialidade das tecnologias, e assim, habilitem as equipes da linha de frente de todas as áreas. Este é o momento para separar o hype dos verdadeiros motivadores e da promessa comercial de uma tecnologia.

“À medida que a infraestrutura digital se torna o sistema operacional das empresas, é preciso contemplar que este deixe de ser um assunto de domínio restrito e passe a ser um assunto de todos ali. Não do ponto de vista técnico, mas entendendo o seu potencial comercial, estratégico, de marca, etc.”

(Marcel Jientara, CEO da Alana AI)

Para isso, é necessário que, junto com a escolha de novas soluções tecnológicas, você traga o mapeamento integral dos seus impactos: unindo rentabilidade com melhores resultados em experiência do consumidor, vendas, desenvolvimento de produto, desenvolvimento de talentos, cadeia de suprimentos e etc.

Na missão de impulsionar o avanço da transformação digital em uma empresa, os mais bem-sucedidos serão aqueles que se dedicarem a estabelecer e vender essa visão de uma forma que as pessoas consigam alcançá-la.

Gráfico dá exemplos de como quebrar paradigmas e ter uma visão holística da tecnologia

Criando um framework para o seu plano de ação

Agora que você:

Te convidamos a começar a desenhar o seu plano de ação com a criação de um framework: uma maneira simples, visual e colaborativa de registrar os seus aprendizados, estruturar e fasear suas ideias, e colocá-las em ação. 

A partir dos cinco estágios trazidos neste post, considere no “como” todas as novas capacidades e transformações que determinada tecnologia irá trazer, viabilizando assim, a evolução para o estágio seguinte. No “agora“, indique o tático: a nova tecnologia que será (ou já foi) implementada.

Framework contendo os cinco estágios de recuperação para empresas na pandemia e blocos em branco para serem preenchidos de acordo com ações programadas

Conclusão

Neste post, falamos sobre a importância das PMEs brasileiras reconhecerem o estágio de recuperação dos impactos da pandemia em que se encontram e, assim, definirem ações práticas e viáveis para se adaptar ao presente e ao futuro, que vem se acelerando.

E tocamos no core desse planejamento: a aquisição de novas tecnologias que potencializam e viabilizam a operação daqui pra frente.

Lembre-se de alguns tópicos:

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