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Ep02 | Como é o Onboarding de estagiários na Alana AI? [Estagiando em uma empresa de AI]:
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Ep02 | Como é o Onboarding de estagiários na Alana AI? [Estagiando em uma empresa de AI]

Na série [Estagiando em uma Empresa de AI], buscamos falar um pouco sobre como ocorre a contratação dos nossos estagiários e o que se pode…

Tempo de leitura: 6 min

Na série [Estagiando em uma Empresa de AI], buscamos falar um pouco sobre como ocorre a contratação dos nossos estagiários e o que se pode esperar da Alana nas primeiras semanas. Esse segundo episódio traz a perspectiva da Juliana Porto, uma integrante muito querida do time de Inteligência Artificial.

Juliana conta que seu processo de contratação começou quando encontrou nossa página no LinkedIn. A partir disso houve um contato breve com Marcel Jientara, o CEO da empresa, algumas entrevistas e alinhamentos prévios, até que seu estágio fosse efetivado. Para saber mais detalhes sobre o programa de recrutamento, confira o primeiro episódio da série.

O processo de onboarding foi iniciado! Mas, o que é isso?

Extended onboarding: uma adaptação

Ao entrar na empresa, todos os estagiários são acompanhados pelo time de cultura e pelos líderes da equipe durante seu processo de onboarding. A ideia é realmente garantir sua imersão, tirar quaisquer dúvidas e solucionar os problemas que possam aparecer.

Logo no primeiro dia, o nosso querido estagiário passa por uma reunião de boas-vindas. Nesta conversa inicial, a equipe de cultura apresenta em detalhes os valores da empresa, as rotinas e cerimônias principais, as ferramentas de trabalho e acordos internos. Logo após isso, ocorre uma reunião com seu líder de equipe, o qual explicará as atribuições do time de forma mais aprofundada.

É importante que o primeiro dia seja dedicado à leitura dos documentos de cultura e de conteúdos específicos da equipe. Depois disso, o estagiário recebe suas primeiras tarefas e têm seu contato inicial com o dia a dia do time em que está inserido. É no meio de toda essa movimentação que os colegas de time serão apresentados de forma rápida, mas amistosa.

Apesar de ser uma imersão mais intensa durante as duas primeiras semanas, o onboarding é estendido e dura três meses. Esse é um tempo que passa voando, pois as atividades e as regularidades vão ficando mais naturais. Vários feedbacks são colhidos e comparados, para que assim o estagiário veja sua evolução e saiba exatamente em qual aspecto melhorar.

É por falar em melhorias e em desenvolvimento profissional que os estagiários têm a opção (altamente recomendada, por sinal) de seguir um plano de estudos. Como dito anteriormente, vamos compreender melhor a perspectiva da Juliana Porto, que recebeu um plano de estudo amplo montado por seu líder de equipe.

No geral, o plano existe para que alguns conteúdos sejam absorvidos, pois eles garantem a boa atuação e o pleno desenvolvimento de nossos funcionários. Esses estudos são feitos durante o horário de trabalho e se desdobram dentro de metas diárias, de modo que todo o percurso seja possível e tenha resultados mensuráveis. E não, você não vai se dedicar por um tempo maior do que o que foi combinado. Trato é trato!

Recomendamos a live em que a Juliana trouxe algumas noções introdutórias de Linguística Computacional. Apesar de razoavelmente recente na empresa e na área, ela fez um diálogo interessante e acreditou no fruto de seus esforços.

Dentro da empresa

Muito já foi explicado sobre a cultura organizacional da empresa, afinal, é importante falarmos um pouco sobre os nossos valores e o nosso dia a dia. Alguns estagiários se animam com a possibilidade de desenvolvimento profissional, de confraternização e de relaxamento através de eventos como o Happy Hour e o Almoço em Família. Juliana conta, por exemplo, que gosta dos almoços da empresa porque “eles trazem uma diferenciação na nossa rotina e permitem que tenhamos um momento que muitas vezes nos negamos por falta de tempo ou de disposição”.

Recomendação de leitura: Como é estagiar no Google, segundo 7 jovens brasileiros

De acordo com o perfil de cada um, o estágio na Alana pode trazer diferentes desafios e recompensas pessoais, então, pedimos para que a Juliana compartilhasse com a gente quais foram os seus. Ela destaca, logo de início, que muitas coisas a surpreenderam de forma positiva.

“Na verdade, eu fiquei surpresa com a empresa como um todo”. Dentro da Alana existe um ambiente de cooperação entre os integrantes, no qual é possível estabelecer redes de auxílio e de trabalho integrado. Na área de Inteligência Artificial, isso se torna ainda mais importante, visto que o trabalho é cuidadoso e deve prosseguir adequadamente. Qualquer complicação deve ser relatada. Esse aspecto foi essencial na jornada da Juliana porque o ambiente se tornou mais amistoso e mais afirmativo, proporcionando mais confiança e companheirismo. 

“Todos nós somos retalhos (Nous sommes tous de lopins) e de uma contextura tão informe e diversa que cada peça, cada momento, cumpre seu jogo.” (Michel de Montaigne)

Juliana adquiriu experiência adicional com trabalhos práticos. Sob a liderança de Marcellus Amadeus, CTO da empresa, ela foi capaz de cumprir desafios relacionados à área mais técnica e de dialogar com outras instituições, como por exemplo, empresas e universidades.  A ideia sempre foi expandir os horizontes com novos projetos e alternativas. Dentre esses desafios, ela cita a vez em que precisou comparar duas bibliotecas de processamento de linguagem natural (NLTK e spaCy) em cima de um corpus de livro literário.

O livro escolhido? Laranja Mecânica, um clássico.

Então, de forma sucinta, a jornada na Alana exige um grau de comprometimento e interesse individual, independência e de boa performance, buscando entregar o melhor trabalho possível. A dica da nossa estagiária é sempre pesquisar, tirar as dúvidas e entrar em contato com o time, porque apesar do trabalho ser complexo, ele também é possível. 

Ela conta que os líderes são realmente muito acessíveis. Marcellus, por exemplo, oferece apoio quando é preciso e se dispõe a tirar dúvidas, o que também auxilia na manutenção de um bem-estar emocional. Similarmente, o CEO Marcel Jientara demonstra se preocupar com a satisfação dos funcionários e se disponibiliza para conversar quando possível, oferecendo mentorias.

Quem pode fazer estágio na Alana?

Juliana é uma das estudantes contratadas recentemente para o nosso programa de estágio. É de se pensar que apenas alguns cursos de graduação podem encontrar oportunidades de trabalho na empresa, mas Juliana nos diz o contrário. Ela, afinal, estuda Letras (Português) na Universidade de Brasília e essa é sua primeira oportunidade de trabalho. 

O que fundamenta a contratação dela, então?

Para começar, Juliana nos explicou que, apesar de existirem universidades muito boas no Brasil, poucos estudantes de Letras têm a possibilidade de se aproximar das áreas de tecnologia desde a graduação. Ela tinha o interesse, tinha a possibilidade de fazer mais cursos e queria muito uma oportunidade, mesmo sabendo que ainda não tinha todos os conhecimentos necessários. Todas essas coisas garantiram sua contratação e possibilitaram seu crescimento latente.

“Acho que o mais legal de tudo é que me foi perguntado: ‘onde você quer chegar?” (Juliana Porto)

Em alguns anos, Juliana espera ser capaz de compor a liderança de qualquer empresa de tecnologia, inclusive da Alana. “Essa oportunidade que tive, eu não encontrei e não encontraria em nenhuma outra empresa”.

Apesar de ser estagiária, Juliana não se sente menor ou menos importante do que qualquer outra pessoa. Ela faz o que está dentro de suas capacidades e busca se desenvolver cada vez mais. 

E então? Gostou desse depoimento?

Confira o primeiro episódio da nossa série e veja como fazer parte do time global da melhor Inteligência Artificial criada para Customer Experience.